Sou médico oftalmologista, especialista em retina, vítreo e mácula, cirurgião de retina e catarata. Atendo em São Paulo e divido a rotina entre o consultório e a pesquisa clínica.
Mas isso é o que eu faço. Quem eu sou como médico tem mais a ver com as pessoas que me formaram do que com qualquer linha de currículo.
Subespecialização pela Escola Paulista de Medicina, UNIFESP.
Pesquisa no Doheny Eye Institute e no USC Roski Eye Institute.
Investigador principal em estudos clínicos internacionais.
Graduação em Medicina e residência em Oftalmologia.
Subespecialização pela Escola Paulista de Medicina, UNIFESP.
Pesquisa no Doheny Eye Institute e no USC Roski Eye Institute, em Los Angeles.
Investigador principal em estudos clínicos internacionais.
Boa parte do meu trabalho é explicar: o que está acontecendo no seu olho, quais são as opções reais, e por que eu recomendo uma delas.
Consulta não é conversa apressada. O tempo é o que permite entender o caso e explicar cada achado com calma.
Antes de qualquer conduta, quero que você entenda o que está acontecendo e quais são as opções reais.
Quero que você sinta que alguém está cuidando disso junto com você, não que recebeu uma indicação e foi embora.
Eu sei dizer quando uma indicação é sólida, quando é discutível e quando o melhor a fazer é esperar e observar.
Antes mesmo da medicina, tive a influência da professora Alsonia, que me ensinou a olhar o mundo e o conhecimento de forma muito mais ampla e diversa do que eu estava habituado. Durante a faculdade, a influência do meu pai e professor, Edson Stefanini, que nunca me deixou esquecer da enorme responsabilidade que se carrega por ser médico ao levar cuidado, esperança e sempre a verdade a quem está diante de nós.







A professora Sung Watanabe, ainda pós-graduanda em oftalmologia, me mostrou esse mundo à parte da medicina com tanto entusiasmo que me fez, pela primeira vez, considerar a especialidade. O professor Augusto Paranhos e o professor Paulo Schor ajudaram a sedimentar a escolha. E foi de novo o professor Augusto quem abriu as portas do seu consultório para que eu começasse minha carreira. Na residência e dali em diante, a professora Nilva Moraes me ensinou medicina, oftalmologia, retina, cuidado, ética, disciplina. Formadora de caráter, em todos os sentidos.
Na retina foram tantos mestres. Entre eles, Octaviano Magalhães, que tanto me ensinou e ainda tanto me ensina que é impossível não lembrar dele quando atendo um caso difícil. Maurício Maia, uma escola de produtividade científica de qualidade, me deu a oportunidade de dois anos de experiência nos Estados Unidos. André Maia, que confiou em mim, abriu as portas da sua clínica para eu trabalhar e depois para ser seu sócio, iniciar meu caminho dentro da pesquisa clínica, e ainda abre oportunidades até hoje.