Ciência e inovação

Parte da minha rotina acontece no consultório. A outra parte acontece antes: no lugar onde os tratamentos ainda estão sendo estudados, testados e comparados, anos antes de estarem disponíveis para uso no dia a dia.

Por que isso importa

Conviver com pesquisa clínica desenvolve um tipo específico de honestidade. É ver de perto quantos tratamentos promissores não funcionam, quanto tempo separa um resultado animador de uma conduta segura, e aprender a diferenciar o que já está provado do que ainda é promessa.

Conhecimento antecipado
Estar informado sobre o que está em investigação, e em que estágio cada coisa está.
Saber o que não se sustenta
Reconhecer quando uma tecnologia recente ainda não tem evidência suficiente para o uso em determinado caso.

O que muda na prática

Conhecimento antecipado

Estar informado sobre o que está em investigação, e em que estágio cada coisa está. Quando um tratamento novo é aprovado, ele já não é novidade.

Saber o que não se sustenta

Reconhecer quando uma tecnologia recente ainda não tem evidência suficiente para justificar o uso em determinado caso.

Saber quando esperar

Em várias doenças da retina, observar com método é a conduta correta, e não a ausência de conduta.

Saber o que não oferecer

Estar perto da fronteira da ciência serve também para saber o que não deveria ser oferecido, não só o que há de novo.

Atuação em pesquisa clínica

Atuação como investigador principal em estudos clínicos internacionais, com foco em doenças da retina, mácula e oftalmologia em geral. Formação em pesquisa no Doheny Eye Institute e no USC Roski Eye Institute, em Los Angeles.

Edge Health

Infraestrutura de pesquisa clínica, atuando na organização de centros e na conexão entre patrocinadores, investigadores e serviços.

CBPC São Paulo

Centro Brasileiro de Pesquisa Clínica São Paulo, vínculo institucional em pesquisa clínica oftalmológica.

Pesquisa Clínica Brasil

Plataforma que funciona como ponto de encontro para todos os envolvidos com pesquisa clínica em oftalmologia.

O Brasil tem população, volume clínico e qualidade médica para ser protagonista em pesquisa clínica oftalmológica. Ainda participa menos do que poderia. Trabalho para mudar este cenário.